Manter as telhas sem tê-las mortas
as mães nossas e seus fiéis corações
limpar da vida corruptíveis paixões
sentir a liberdade insubmissa
Segui-las, rotas de paredes e portas
descobrir a morte como uma centelha
que voa do inferno ao paraíso infindo
sendo esse o nosso único objetivo
Alcançar a áspera e velha superfície
e nela roçar as costas como um cão
De repente as boas coisas fartas e nobres
sejam de um imenso baú de rimas pobres.
